Tipos de melasma: como identificar cada grau?
Muitos não sabem, mas o melasma é uma mancha de pele muito comum, atingindo cerca de 35% das mulheres no Brasil. O melasma, também conhecido como cloasma ou simplesmente “manchas escuras”, possui uma classificação de quatro graus, indo do superficial até o mais grave.
No artigo de hoje, você vai entender tudo sobre os tipos de melasma e como tratá-los de uma forma segura!
O que é melasma e como as manchas se manifestam?
O melasma se manifesta como manchas acastanhadas ou acinzentadas que surgem principalmente no rosto, especialmente na testa, maçãs do rosto e região do buço. Essas manchas têm formato irregular e bordas difusas, aparecendo gradualmente e tendendo a escurecer com o tempo.
Essa condição dermatológica ocorre quando os melanócitos, células responsáveis pela produção de melanina, começam a funcionar de forma excessiva e desorganizada.
Principais causas e gatilhos: Sol, luz visível e hormônios
Vários fatores podem desencadear esse comportamento anormal das células pigmentares. Para uma melhor compreensão, as causas podem ser divididas em:
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Exposição Solar e Fatores Ambientais: A radiação UV sem proteção adequada ao longo dos anos é o principal agente causador, estimulando diretamente a atividade dos melanócitos. Além do sol, a luz azul, a luz visível e o calor ambiental contribuem ativamente para o agravamento do problema.
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Alterações Hormonais: Desempenham um papel crucial, especialmente em mulheres. O surgimento é comum durante a gravidez (condição também conhecida como “cloasma” ou “máscara da gravidez”) ou pelo uso de anticoncepcionais, devido às flutuações de estrogênio e progesterona.
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Predisposição Genética: Quem possui familiares com melasma apresenta uma probabilidade substancialmente maior de desenvolvê-lo, independente da exposição aos outros fatores.
Tipos de melasma – Os 4 graus
Entender a classificação do melasma por graus é fundamental para um tratamento eficaz. Desenvolvida pelo farmacêutico e especialista em cosmetologia Dr. Maurizio Pupo, essa categorização considera a profundidade e extensão das manchas na pele, sendo essencial para determinar a abordagem mais adequada em cada caso.
A classificação em graus permite identificar desde os casos mais recentes e superficiais até as manifestações mais profundas e resistentes. Essa diferenciação é crucial porque quanto mais precoce for o diagnóstico e o início dos cuidados específicos, melhores serão os resultados no clareamento e uniformização da pele.
Melasma Grau 1 – É o melasma mais recente, com menos de 1 ano, e com manchas ainda claras e menos profundas e que necessita de tratamento rápido para não evoluir para os graus mais graves. Também chamado de melasma epidérmico, pois as manchas estão localizadas nas camadas mais superficiais da pele.
Melasma Grau 2 – É o tipo de melasma com mais de 1 ano, com manchas bem visíveis e mais escurecidas e que já não responde bem aos tratamentos comuns. Também chamado de melasma misto, pois as manchas se localizam nas camadas superficial e médias da pele.
Melasma Grau 3 – É o grau de melasma com mais de 5 anos, antigo, persistente e com manchas profundas e resistentes aos tratamentos comuns. Também chamado de melasma dérmico, pois as manchas escuras já se localizam na camada mais profunda da pele.
Melasma Grau 4 – É o tipo mais grave de melasma, com mais de 10 anos, muito antigo, muito persistente e com manchas muito profundas e muito resistentes aos tratamentos comuns. Também chamado de melasma dérmico grave pois as manchas escuras já se encontram nas camadas mais profundas da pele com grandes depósitos de melanina.
Dessa forma, podemos entender os tipos de melasma, para que todos possam identificar quais estão presentes em sua pele e tratá-los de forma adequada.
Por que o uso diário do protetor solar é obrigatório no tratamento do melasma?
Para garantir o sucesso na uniformização do rosto, a defesa contra a radiação luminosa deve ser a prioridade número um. O uso do protetor solar precisa ser um hábito inegociável, independentemente de o dia estar chuvoso, nublado ou de você permanecer o tempo todo em um ambiente fechado.
Muitas pessoas ignoram que os raios ultravioletas conseguem atravessar facilmente as nuvens densas e os vidros das janelas. Além disso, a luz visível e a luz azul emitidas pelas telas de celulares e computadores também atuam silenciosamente, estimulando as células a produzirem ainda mais pigmento.
Sem a criação dessa barreira física e química diária, todo o investimento em cuidados uniformizadores perde o sentido. A claridade constante inflama a região e oxida o tecido, tornando o escurecimento de manchas ainda mais intenso. Para facilitar essa defesa ininterrupta, fórmulas com a exclusiva tecnologia Solent® da Ada Tina garantem 12 horas de alta proteção, evitando as tantas reaplicações ao longo do dia e assegurando o sucesso do seu tratamento.
Melhores produtos para clarear as manchas de melasma
A escolha do cuidado correto depende do estágio em que a sua face se encontra. A Ada Tina desenvolveu formulações de alta performance focadas em tratar com extrema segurança desde as manchas recentes até aquelas mais persistentes e difíceis de clarear.
Para integrar a sua rotina com máxima eficácia, indicamos as seguintes opções focadas em cada nível de necessidade:
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Clarivis TX Ultra Clarify (Para todos os graus): O Clarivis TX Ultra Clarify é um sérum essencial para qualquer protocolo de clareamento de manchas. Com a Tecnologia Melative 22%, ele combina o Ácido Tranexâmico, a Niacinamida e o Alfa-Arbutin para bloquear a superprodução de melanina, reduzir a inflamação e devolver a luminosidade natural, fortalecendo a sua barreira.
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Clarivis C Ultra Resist (Para graus 3 e 4): Indicado para o melasma resistente, o Clarivis C Ultra Resist promove um efeito luminoso imediato. Sua fórmula inteligente une a Vitamina C estabilizada, a Niacinamida e o Alfa-Arbutin para combater a oxidação contínua, uniformizar intensamente o tom e melhorar a textura geral do seu rosto.
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Clarivis High Potency (Para grau 4): A solução definitiva para quadros severos, o Clarivis High Potency possui 14,8% de ativos renovadores. Ele integra os ácidos Kójico, Glicólico e Cítrico, atuando nas manchas mais profundas para promover uma esfoliação contínua e segura, revelando uma superfície perfeitamente clara e homogênea.
Antes e depois: Tratamento do melasma com produtos Ada Tina
Acompanhar a evolução visual da face é fundamental para compreender a eficácia de um protocolo bem estruturado. Com o uso disciplinado dessas formulações potentes, os resultados progressivos entregam uma redução significativa na intensidade das manchas e um resgate visível da luminosidade.
O compromisso com a aplicação diária reflete diretamente na devolução do tom original e na melhora global da textura da pele. Essas diferenças perceptíveis reforçam que, com paciência e a escolha de tecnologias inteligentes, é totalmente possível recuperar a harmonia e a autoestima.
Constância e proteção são os segredos para uma pele livre de manchas
Tratar o escurecimento das manchas de melasma exige a compreensão de que esse é um cuidado preventivo prolongado. A combinação de formulações inibidoras de alta qualidade com uma defesa estrutural diária é o único caminho efetivo para evitar que as células voltem a produzir pigmento em excesso.
Ao adotar uma rotina rigorosa e direcionada para o grau específico do seu melasma, você garante resultados duradouros, seguros e livres de efeito rebote. A proteção contínua e a persistência na aplicação transformam a saúde do tecido, revelando uma aparência firme, clara e impecável.
Perguntas Frequentes (FAQ)
O que é melasma e por que ele surge no rosto?
O melasma é uma condição dermatológica caracterizada pelo surgimento de manchas acastanhadas ou acinzentadas, principalmente nas áreas do rosto que mais recebem radiação, como testa e maçãs do rosto. Esse escurecimento ocorre quando as células responsáveis pela pigmentação passam a produzir cor de maneira excessiva e desorganizada. Os principais gatilhos para essa superprodução incluem a exposição contínua aos raios solares sem a proteção adequada e também as flutuações e alterações comuns do nosso sistema hormonal.
Quais são as diferenças entre os graus dessa condição?
A classificação em graus ajuda a identificar a profundidade e a idade da mancha para direcionar a melhor rotina. O grau 1 representa os casos recentes e superficiais, com menos de um ano. O grau 2 já atinge camadas médias, enquanto os graus 3 e 4 representam um escurecimento antigo, profundo e altamente resistente, muitas vezes com mais de 10 anos de existência, exigindo um protocolo de correção muito mais potente e disciplinado.
Como as formulações clareadoras atuam nas manchas de melasma?
As opções mais modernas utilizam moléculas inteligentes que agem diretamente na raiz do problema, bloqueando a produção excessiva de pigmento antes mesmo que ela atinja a superfície. Além de inibir essa síntese contínua de pigmento, esses componentes estruturais reduzem as inflamações locais e fortalecem a barreira de defesa do rosto. Dessa forma, promovem uma uniformização progressiva e segura, devolvendo a luminosidade natural e melhorando a textura sem causar nenhum tipo de agressão.
Posso tratar o melasma apenas durante o inverno?
Não, o cuidado precisa ser constante e mantido ao longo de todas as estações do ano. Embora a radiação solar seja mais intensa no verão, a luz visível emitida pelas telas e a claridade diária continuam estimulando a produção de cor de forma ininterrupta. Interromper o uso de fórmulas uniformizadoras e de filtros solares nas épocas mais frias permite que a inflamação retorne, resultando no reaparecimento imediato das manchas que já estavam sob controle.
Quanto tempo demora para clarear as manchas mais antigas?
O tempo necessário para uniformizar completamente a face varia conforme a profundidade da mancha e a consistência da sua rotina diária. Nos quadros muito antigos e resistentes, a resposta celular ocorre de maneira gradual, e as primeiras melhorias visíveis na luminosidade começam a aparecer após algumas semanas de dedicação. Para alcançar o clareamento estrutural total e evitar que o pigmento retorne, é imprescindível manter o uso das formulações corretoras aliado à máxima e ininterrupta proteção.
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Texto por: Dr. Maurizio Pupo, farmacêutico pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, especialista em cosmetologia, Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Ada Tina e e CEO do IPUPO Pós-Graduação. CRF-SP: 13.328







